40,9milhões
O maior volume desde o início da série histórica, em 2009 — mais de 112 mil processos novos por dia, cada um com publicações, prazos e audiências.
Cada publicação lida, cada prazo contado, cada audiência na agenda e a estratégia baseada em quem vai julgar — um serviço jurídico que anda por conta própria e já chega com o trabalho feito.
Ilustrações com números e processos fictícios.
Trabalha sobre fontes oficiais do Judiciário brasileiro
O volume que pede uma operação autônoma, nos números oficiais do Conselho Nacional de Justiça.
40,9milhões
O maior volume desde o início da série histórica, em 2009 — mais de 112 mil processos novos por dia, cada um com publicações, prazos e audiências.
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processos novos chegaram ao Judiciário desde que esta página abriu.
Estimativa pela média de 2025: cerca de 1,3 por segundo.De cada 100 processos que tramitaram em 2025, cerca de 63 não terminaram no ano.
Metade da média dos países europeus comparados pelo CNJ — para um volume muito maior.
Anos de acompanhamento diário em cada caso da carteira.
75,5milhões
99,7%
O Judiciário já é digital. Acompanhar o processo não precisa mais ser manual.
Fonte: Conselho Nacional de Justiça, Justiça em Números 2026 (ano-base 2025). As médias por dia e por segundo são calculadas a partir do total anual.
As publicações dos advogados entram sozinhas, sem duplicar, com a certidão oficial guardada no processo. O prazo nasce contado e a agenda já tem responsável. A equipe começa o dia pelo que exige julgamento.
Da publicação no diário ao relatório do cliente, a plataforma conduz a rotina por si — e deixa para a equipe só o que exige julgamento.
Toda publicação dos advogados é capturada no Diário de Justiça Eletrônico Nacional pela OAB de cada um — sem duplicar, com a certidão oficial guardada no processo.
Dias úteis a partir da data de publicação, com feriados e recesso forense. Quando sai uma publicação nova no processo, ela passa a definir o prazo vigente.
O prazo entra na agenda com responsável. A audiência escrita no texto da publicação é proposta como compromisso — quem confirma é o advogado.
As movimentações oficiais de cada processo são acompanhadas pela API pública do CNJ. O encerramento é reconhecido sozinho, e a carteira fica sempre atual.
O histórico decisório de cada magistrado, lido de decisões públicas, vira perfil e estratégia com inteligência artificial. Quando a amostra é pequena, o sistema avisa: indício não é previsão.
A empresa recebe a situação de todos os seus processos em gráficos — o que está em prazo, o que foi encerrado e o que pede atenção.
Não vendemos licenças. A empresa contrata o serviço jurídico e recebe a operação pronta: o prazo contado, a audiência agendada, o relatório montado.
O perfil de cada magistrado cresce com o uso, somando apenas metadados de atos públicos. Quanto maior a carteira, mais precisa a leitura de quem julga.
Construído dentro de um escritório de advocacia, com prazos reais e clientes reais. Aprendeu a andar com as próprias pernas antes de qualquer apresentação.
São dezenas de milhões de processos em tramitação no país, com publicações todos os dias. A rotina que consome horas de equipe é a parte que a plataforma assume.
Autonomia, aqui, nunca dispensa o advogado: a plataforma age por si, mas a decisão continua sendo de quem assina.
Como tratamos os dadosSem fonte, sem resposta. Toda sugestão passa pelo advogado, e amostra pequena é declarada como indício.
Cada registro carrega a marca do anterior: mexer no passado deixa rastro.
Os dados de cada empresa ficam separados dentro do próprio banco de dados, linha a linha.
Backup diário do banco e dos arquivos, e cópia completa antes de cada atualização.
O departamento jurídico entrega a carteira e recebe o contencioso acompanhado: publicações lidas, prazos contados, audiências na agenda e relatório periódico com a situação de cada processo.
Uma operação que cresce sem crescer a equipe na mesma proporção. Cada processo acompanhado torna a leitura dos magistrados mais precisa para toda a carteira — o conhecimento fica, e se acumula.
O maior volume desde 2009, segundo o Justiça em Números 2026 do CNJ.
Mercado · Maio de 2025A Resolução CNJ 569/2024 fez do Diário de Justiça Eletrônico Nacional a referência dos prazos.
Plataforma · Outubro de 2026A análise encontra sozinha quem julga no texto da publicação e explica cada etapa.
Não. A plataforma é de uso interno. O que se contrata é o serviço jurídico operado com ela: a empresa recebe o trabalho feito — prazos contados, audiências na agenda e relatórios — sem precisar operar nenhuma ferramenta.
De fontes oficiais: o Diário de Justiça Eletrônico Nacional (DJEN), que também distribui as comunicações do PJe, a API pública do DataJud (CNJ), a consulta pública de CNPJ e decisões judiciais públicas.
Não. A plataforma lê, conta, organiza e sugere. Audiência detectada no texto é proposta, e quem confirma é o advogado; nenhum rascunho sai sem revisão; e quando a amostra de decisões é pequena, o sistema avisa que se trata de indício, não de previsão.
Não. Cada carteira fica isolada dentro do próprio banco de dados, linha a linha. O perfil de magistrados soma apenas metadados de atos públicos — data, tipo e resultado da decisão — sem texto, partes ou número do processo.
Em dias úteis, a partir da data de publicação, considerando feriados e o recesso forense. Quando sai uma publicação nova no mesmo processo, ela passa a definir o prazo vigente.